- PUBLICIDADE -

Casal abre caixão de homem que se suicidou em hotel por desconfiar de morte

Morto na semana passada em Balneário Camboriú, Thiago Troncoso prejudicou centenas de pessoas com falsas promessas de lucros com criptomoedas

Publicado em

- PUBLICIDADE -

VEJA TAMBÉM

Trader Jader Nogueira exibe ganhos milionários e contraria matéria do Fantástico

Publicação na rede social do influenciador viralizou e pessoas se identificaram

A Polícia Civil de Palmares Paulista (SP) abriu um inquérito para investigar quem são as pessoas que, no sábado (6), mexeram no cadáver de Thiago Troncoso, empresário acusado de dar golpe de R$ 30 milhões que foi encontrado morto na semana passada. A informação foi publicada no jornal Diário da Região e veiculada em rádios do interior de São Paulo.

De acordo com informações repassadas pela polícia aos veículos, um homem e uma mulher foram ao cemitério do município, onde o empresário foi enterrado no sábado, 06.fev.2021, fingiram ser membros Justiça e pediram para o coveiro desenterrar o corpo. Quando o caixão foi aberto, os suspeitos teriam apertado a bochecha de Troncoso, tirado fotos e chutado vasos de flores ao lado do túmulo.

Na cidade, muitos duvidavam que o empresário havia morrido. Eles achavam que a morte dele era apenas mais um golpe. No boletim de ocorrência, a causa da morte consta como suicídio.

Mexer em cadáver é crime previsto no Artigo 212 do Código Penal Brasileiro. O termo jurídico para a conduta é vilipêndio. A pena é de detenção de um a três anos, além de multa.

Entenda a história

Troncoso, encontrado morto em um hotel de Balneário Camboriú (SC) na semana passada, vendia supostos pacotes de investimentos atrelados a criptomoedas por meio de um esquema chamado ‘Projeto Rota 33’. Ele e outros quatro sócios prometiam até 20% de lucro sobre os aportes financeiros.

O empresário e os outros membros do projeto não tinham autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para oferecer contratos de investimentos coletivo (CIC). A autarquia havia aberto um processo administrativo para investigar o caso.

Desde o final de 2019, Troncoso deixou de pagar os investidores. A estimativa é que o ‘Projeto Rota 33’ tenha prejudicado 700 pessoas e deixado uma dívida de R$ 30 milhões. Só no tribunal de Justiça de São Paulo há pouco mais de 100 processos que citam o empresário.


COMENTE ABAIXO ⬇

Fique bem informado com as notícias do Click Camboriú através do Telegram

✉ NEWSLETTER

Receba notícias de BC, Camboriú e Itajaí todos os dias em seu e-mail.

Confirme seu cadastro na próxima tela e ative o cadastro em seu e-mail.
- PUBLICIDADE -

VEJA TAMBÉM

UniAvan promove plantão de matrículas neste sábado com desconto exclusivo

Novos alunos ganharão desconto de 20% na primeira mensalidade de cursos presenciais; Quem optar por graduação EAD começa a pagar só em julho de 2021
- PUBLICIDADE -
Enviar mensagem
Envie seu conteúdo
Envie seus flagras e suas denúncias para a redação do Click Camboriú.