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Preço da cesta básica apresenta alta de 5,31% em Itajaí

Feijão figura como principal “vilão”, com aumento de 41,76%

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Itajaí – Depois de três quedas consecutivas, o preço da cesta básica apresenta uma alta expressiva em Itajaí, passando de R$359,70 em janeiro para R$378,80 em fevereiro, com aumento de 5,31%. Com isso, o custo da cesta básica acumula elevação de 4,31% em 2019 e, se comparado ao mesmo período do ano passado, a alta é de 9,84%. Os dados são do Projeto Cesta Básica Alimentar da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), que elabora o indicador com monitoramento da Uni Júnior, a partir de pesquisa realizada em seis supermercados da cidade.

Do painel de 13 produtos analisados, dez contribuíram para o aumento registrado em fevereiro, com destaque para o preço do feijão que subiu 41,76%, após duas quedas consecutivas. Além dele, houve alta no custo do tomate (14,35%); da carne (6,12%); da manteiga (5,27%); do óleo de soja (4,08%); do leite longa vida (3,12%); da farinha de trigo (2,43%); do arroz (1,72); do açúcar (1,46%); e do café em pó (0,11%). Apenas três itens tiveram queda no preço, foram eles: a banana branca (9,43%); a batata (4,60) e o pão francês (0,97%).

Os pesquisadores acreditam que as chuvas e os vendavais de fevereiro impactaram diretamente em algumas lavouras, principalmente as de safra curta como a do tomate. Além de destacarem o feijão como principal vilão, chamam a atenção para a carne bovina, que voltou a subir e possui o maior peso na cesta básica. Para eles, a elevação é um problema, pois além de impactar no preço final da cesta, abre espaço para o aumento de outros tipos de carne, como a de frango.

O professor Jairo Romeu Ferracioli, economista e professor responsável pelo projeto, ressalta que o clima contribuiu para a alta no preço de alguns produtos, como o feijão e o tomate, bem como o aumento no salário mínimo que sempre provoca aumento de custos na mão de obra. “Para os próximos meses os preços dependerão das condições climáticas, do preço dos combustíveis e de outras commodities agrícolas no mercado internacional, além da variação cambial no Brasil, com cenário de tendência de estabilidade pelas projeções até o momento”, comenta.

Poder de compra do trabalhador

Com esta alta no custo da cesta básica, parte do aumento no valor do salário mínimo já ficou comprometido em relação a alimentos básicos, piorando o poder de compra do trabalhador assalariado. O custo da cesta básica sobre o salário mínimo passou de 36,04% em janeiro para 37,96% em fevereiro, acima do custo de referência de 33,34%. Em termos de horas de trabalho para aquisição da cesta são necessárias 83 horas e 30 minutos de um total de 220 horas mensais.



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