Esgoto e água nas praias agrestes dependem de licenças ambientais

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O Diretor Geral da Empresa Municipal de Água e Saneamento (EMASA), Ney Emilio Clivati, esteve na quinta-feira (7) à noite, a convite, em reunião com a Associação dos Moradores do Estaleiro, na Base Integrada de Segurança.

Durante uma hora, Clivati discorreu sobre o projeto de implantação dos serviços de abastecimento de água e tratamento de esgoto das praias agrestes, não só do Estaleiro, mas de toda a região, ressaltando que o projeto está pronto, mas que sem as licenças ambientais liberadas será impossível concretizá-lo, destacando, entretanto, que a Administração Municipal continua buscando a liberação dessas licenças junto aos órgãos responsáveis, pois faz parte dos objetivos do atual governo implantar esgoto e água nas praias agrestes.

O diretor geral da Emasa anunciou que o tratamento de esgoto das praias agrestes poderá ser feito pela Estação de Taquaras, que está superdimensionada. Ela foi construída para atender o equivalente a 5.000 pessoas e atende em torno de 500 pessoas, moradoras apenas da Praia da Taquaras.

Os presentes questionaram porque não se instala serviço de abastecimento de água sem a implantação do esgoto. Sobre isso, Ney Clivati informou que as dificuldades são as mesmas: a necessidade de licenciamento ambiental para intervir na região, que é área de preservação ambiental, tendo em vista que o sistema exigirá obras de sustentação do abastecimento em terrenos localizados em pontos estratégicos tecnicamente para garantir a pressurização do bombeamento da água. Esses terrenos deverão ser desapropriados e já estão selecionados, mas isto também só será feito depois de contornados alguns aspectos, como a análises da Comissão Municipal de Valores e a liberação ambiental.

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