‘Se as coisas funcionassem direito, eu não precisava estar aqui’, diz fiscal da ANTT

Obra na cabeceira da ponte do Rio Camboriú pode ter provocado a movimentação de terra

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CEDEU

Nesta sexta-feira (14), cedeu a cabeceira da ponte do Rio Camboriú na BR-101. As primeiras fissuras já estavam lá no início da manhã, conforme algumas fontes garantiram, e foram aumentando no decorrer do dia.

PREOCUPAÇÃO

A preocupação partiu de alguns moradores que passaram por ali e perceberam que o local estava cedendo. As primeiras imagens e áudios começaram a circular pelo WhatsApp, avisando sobre o perigo e pedindo atenção dos motoristas. Mas sem receber muita importância, os avisos não chegaram a viralizar.

SERIEDADE

O negócio só foi levado a sério por volta das 17h30, quando as rachaduras já estavam virando verdadeiros vãos. Demorou até mesmo para a imprensa perceber a seriedade do assunto. Equipes da concessionária se dirigiram ao local no fim da tarde e, observando o perigo, bloquearam a pista que estava rachada e o acostamento.

TESTEMUNHAS OCULARES

Tão logo percebemos a seriedade, carecendo de informações, nós do Click Camboriú fomos ao local para entender o que estava acontecendo e ver de perto o tamanho do problema. As equipes da concessionária também haviam acabado de chegar e realizar o bloqueio da pista. Até aquele momento não se falava sobre isso na imprensa.

REPARO

A partir de então, os trabalhos seguiram até às 9h da manhã de sábado (15), com trânsito lento devido às obras, sendo interrompido totalmente por um breve momento por volta das 4h da madrugada. Houve o calçamento da cabeceira com pedras e o asfalto foi refeito sobre a pista e o acostamento.

RETORNO

Retornamos lá na parte da tarde, por volta das 16h, para observar de perto o reparo e atualizar nossos leitores da situação. Coincidentemente, no mesmo momento chegou um fiscal da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), justamente para fiscalizar a obra. Ele nos ajudou a entender a gravidade da ocorrência, qual era a responsabilidade da concessionária e nos passou um panorama sobre o trabalho de fiscalização da ANTT.

FISCALIZAÇÃO

O fiscal explicou que não era possível afirmar que a cabeceira cedeu por conta das obras de escavação que estão sendo realizadas, mas era uma possibilidade. Ele disse que a movimentação de terra pode ter ocorrido por conta de outros fatores. Todavia, sublinhou: “Se as coisas funcionassem direito, eu não precisava estar aqui”.


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