- PUBLICIDADE -

Vereador vai à Procuradoria da República contra propaganda do OMO

Para o vereador Edson Lapa (PR) a marca excedeu os limites da propaganda e feriu o ECA ao abordar o comportamento e a educação das crianças

Publicado em

- PUBLICIDADE -

VEJA TAMBÉM

Comece bem o verão com marmitas caseiras da Light Food BC

Por sua qualidade de vida e saúde, nos dias quentes mantenha uma alimentação saudável com as marmitas da Personal Chef Fit Kris Borba

lapa
Divulgação

ITAJAÍ – O vereador Edson Lapa (PR) protocolou nesta quarta-feira (18) ofício na Procuradoria da República no Município de Itajaí requerendo que o órgão se manifeste e notifique a Unilever, dona da marca de sabão em pó OMO, exigindo a retirada do vídeo “Momentos que Marcam”. A peça publicitária publicada no canal da marca no You Tube, na semana do Dia das Crianças, afirma que ‘não existe brincadeira de menino e brincadeira de menina’, e faz uma “convocação” aos pais sobre o que chama de “recall”.

O parlamentar entende que a marca excedeu os limites da propaganda e feriu o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) ao abordar o comportamento e a educação das crianças.

Para o vereador, o que estão em xeque são os valores das crianças e seus responsáveis. “Nossa missão enquanto pais, adultos, políticos, é defender as crianças, as famílias, seus direitos, suas convicções, sua moral, ética e suas crenças”, comentou.

No documento protocolado na Procuradoria da República o vereador também solicitou ao órgão que notifique o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), para que se manifeste sobre a campanha do OMO.

Lapa diz que o material publicitário desrespeitou o Art. 22. do ECA: “Aos pais incumbe o dever de sustento, guarda e educação dos filhos menores, cabendo-lhes ainda, no interesse destes, a obrigação de cumprir e fazer cumprir as determinações judiciais.” Parágrafo único. A mãe e o pai, ou os responsáveis, têm direitos iguais e deveres e responsabilidades compartilhados no cuidado e na educação da criança, devendo ser resguardado o direito de transmissão familiar de suas crenças e culturas, assegurados os direitos da criança estabelecidos nesta Lei”.

Para o parlamentar, trata-se de uma guerra contra a família brasileira. “Quero que Omo seja só o que é: sabão em pó, e deixe a educação das crianças com os pais. Repetindo: a função de educar é dos pais, não de quem vende sabão”, finalizou.


COMENTE ABAIXO ⬇

✉ NEWSLETTER

Receba notícias de BC, Camboriú e Itajaí todos os dias em seu e-mail.

Confirme seu cadastro na próxima tela e ative o cadastro em seu e-mail.
- PUBLICIDADE -

VEJA TAMBÉM

Mesmo com a pandemia, coleta para reciclagem aumentou 31% neste ano

Ainda em 2019, a coleta de recicláveis deu um salto em BC em decorrência da implantação de novas políticas públicas
- PUBLICIDADE -

Enviar mensagem
Envie seu conteúdo
Envie seus flagras e suas denúncias para a redação do Click Camboriú.