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Maioria dos turistas em SC, pertence a Nova Classe Média

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O verão só acaba oficialmente no dia 21 de março, mas a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina (Fecomércio SC) já mapeou o perfil do turista e o impacto da estação mais quente do ano para os empresários de Florianópolis, Balneário Camboriú e Imbituba. O estudo foi divulgado nesta sexta-feira (2), Dia Nacional do Turismo.

Sobre o perfil do turista, a pesquisa revela que em Florianópolis, os turistas em sua parte mais expressiva têm entre 31 e 50 anos (33,8% entre 31 e 40 anos e 21,9% entre 41 e 50 anos). Já em Imbituba é bastante representativo os turistas com idade entre 18 e 40 anos (23,1% entre 18 e 25 anos, 38% entre 26 e 30 anos e 21,6% entre 31 e 40 anos).

Para completar, Balneário Camboriú apresenta a maioria dos visitantes se concentrando na faixa dos 31 a 50 anos (27,2% entre 31 e 40 anos e 21,1% entre 41 e 50 anos), além de que é representativo o turismo da terceira idade nesta cidade, sendo que os turistas com mais de 60 anos respondem por 11,7% dos visitantes.

Renda

A nova classe média brasileira – que tem renda familiar entre R$ 1.126 e R$ 4.854 – representou 61,1% dos turistas em Florianópolis, 47,6% em Balneário Camboriú e 47,9% em Imbituba. Além disso, também é representativo o percentual de pessoas da classe D em Imbituba (36,7%).

A principal fonte destes rendimentos é o trabalho com carteira assinada, que justamente foi o elemento que impulsionou o crescimento da classe média. Em Florianópolis 60,4% dos turistas são assalariados com carteira assinada, em Balneário Camboriú esse tipo de trabalhador representa 51,8% dos turistas e em Imbituba o percentual é de 35,1%.

Origem dos turistas

Cada cidade apresentou uma característica própria. Em Florianópolis o predomínio foi de turistas brasileiros, advindos de vários locais do Brasil. Porém, primordialmente os turistas brasileiros vieram do Sul do país e de São Paulo, foi grande o número de catarinenses (18,9%), gaúchos (17,1%), paulistas (15,2%) e paranaenses (13,2%), além de também existirem turistas estrangeiros, principalmente os argentinos (9,4%).

Em Balneário Camboriú, por sua vez, apesar dos turistas do Paraná terem sido os mais presentes (23%), foi bastante considerável o número de estrangeiros, como argentinos (20,4%), paraguaios (11%), chilenos (7,5%) e uruguaios (7,2%). Completa o quadro os turistas de Santa Catarina, que responderam por 11,8% dos visitantes da cidade.

Imbituba concentrou-se em receber turistas de dentro do próprio estado. Isso é resultado da renda menor de seus turistas (se comparada à das outras cidades), que faz com que o turismo de curto deslocamento seja a opção mais viável economicamente.

Hospedagem

Em Florianópolis a principal forma de hospedagem foram as casas de parentes ou amigos (28,9%), seguidas pelas pousadas (21,3%), pelas casas alugadas (20,8%) e pelos hotéis (20,2%). Já em Balneário Camboriú os hotéis foram dominantes (43,4%), sendo seguidos a distância pelas casas alugadas (29,1%) e pelas casas de parentes ou amigos (15,3%).

Finalizando, em Imbituba a maior parte das pessoas se hospedou em pousadas (37,6%), depois em casas alugadas (18%) e em casas de parentes ou amigos (15,5%). A esta última informação, pode ser acrescentada a média de dias que as pessoas ficaram hospedadas em cada cidade. A pesquisa levantou que tal número foi de 9,59 dias em Florianópolis, 13,29 dias em Balneário Camboriú e 5,85 dias em Imbituba.

Demanda e gasto do turista

Enquanto que em Florianópolis e Balneário Camboriú a grande maioria das pessoas foi ao comércio, em Imbituba 57,4% dos turistas não se destinaram ao comércio da cidade. Nos dois primeiros locais, o comércio do centro da cidade foi o mais visitado, 70,4% dos turistas de Florianópolis iriam visitar tal local, comportamento repetido por 70,7% dos visitantes de Balneário Camboriú.

Nestas cidades, o comércio das praias aparece em segundo lugar, com expressivos 58,9% das respostas em Florianópolis e 65,7% em Balneário Camboriú. Já em Imbituba o percentual foi de 27,5% no comércio do centro da cidade e de 23,2% no das praias.

Visão dos comerciantes

Para as três cidades a predominância de respostas foi de que o movimento neste ano foi inferior ao do ano passado. O percentual de respostas negativas foi de 48% em Florianópolis, 62% em Balneário Camboriú e de 67% em Imbituba.

Já em relação à média de gastos por turistas em cada estabelecimento, o valor diferiu em cada cidade. Em Florianópolis foi R$ 134,92, em Balneário Camboriú foi de R$ 94,13 e em Imbituba foi de R$ 62,14.

Lucros

Como fica claro, a variação do faturamento em relação aos meses comuns do ano é bastante elevada (37,54% em Florianópolis, 51,13% em Balneário Camboriú e 18,13% em Imbituba), isso mostra a importância das férias para o faturamento do comércio das cidades turísticas. Já em relação à temporada de verão anterior, a variação foi negativa em Balneário Camboriú (-2,92%) e positiva em Florianópolis (7,38%) e Imbituba (7,04%).

Ocupação Hoteleira

Setor diretamente influenciado pela temporada de férias de verão, os hotéis também foram objeto de investigação pela pesquisa da Fecomércio SC. A média de ocupação durante a temporada foi de 76% em Florianópolis, 87,38% em Balneário Camboriú e de 50,24% em Imbituba.

Ou seja, Imbituba e Florianópolis não apresentaram uma ocupação bastante elevada, o que influenciou diretamente o fato do faturamento destas cidades ter sido inferior ao da temporada anterior.

Os hotéis de Florianópolis apresentaram queda de 1,32% em seu faturamento e os de Imbituba queda de 1,45%, diferentemente de Balneário Camboriú, onde houve aumento de 4,51%. Outro fator importante é a média de gastos por turistas nos hotéis.

Os gastos médios diferiram bastante de uma cidade para outra, Imbituba teve o maior gasto (R$ 468,28), seguido por Balneário Camboriú (R$ 253,46) e por Florianópolis (R$ 196,30). Sendo que a média de dias de permanência do turista nos hotéis seguiu uma lógica inversa, com Florianópolis tendo a maior média (6,65 dias), seguida por Balneário Camboriú (5,69 dias) e por Imbituba (4,74 dias). Ou seja, os preços das diárias foram bastante díspares entre as cidades.

Foram entrevistados 1.953 turistas, 881 estabelecimentos comerciais e 102 hotéis. O grau de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 3,5%.


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