Creci e PM realizam blitz em Balneário

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Durante a última semana, o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Santa Catarina (Creci/SC), Carlos Josué Beims, liderou uma blitz numa das cidades litorâneas mais movimentadas de Santa Catarina, Balneário Camboriú.
A blitz contou com a participação de policiais do 12º Batalhão da Polícia Militar de Balneário Camboriú. No total foram realizadas 16 autuações e 6 aberturas de Termo Circunstanciado. O objetivo foi impedir a atividade irregular da intermediação de imóveis por pessoas não habilitadas, fazendo cumprir o disposto na lei nº 6.530 e no decreto nº 81871/78, que regulamentam a profissão.
A prática do exercício ilegal da corretagem de imóveis é uma grande preocupação para o Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Santa Catarina (Creci/SC), devido ao crescente número de pessoas que atuam como falsos corretores de imóveis. Já para a Polícia Militar este tipo de atividade ilegal facilita a vinda e permanência de delinquentes para a prática de atividades ilícitas, que afetam a Segurança Pública.
Mais que zelar pela categoria, a fiscalização da atividade exerce uma função fundamental: proteger a sociedade da ação periculosa de intermediadores inescrupulosos que acabam transformando as férias de muitas famílias em pesadelo.
O litoral catarinense, por suas características balneárias, acaba atraindo contraventores (pessoas que se passam por corretores de imóveis), os chamados “chaveteiros/plaqueteiros”, que tentam se beneficiar da desinformação dos veranistas. Por este motivo o presidente do Creci/SC alerta para que as pessoas que buscam o litoral catarinense para veranear exijam sempre o documento de identificação profissional expedido pelo órgão. “Estamos fazendo nossa parte, mas é preciso que a sociedade também faça a dela, exigindo no momento em que for realizar qualquer tipo de intermediação imobiliária a identificação profissional de corretor de imóveis, que é a segurança de realização de um negócio seguro. Se todos fizessem isso, hoje não haveria nas ruas tantos “chaveteiros/plaqueteiros”, que são verdadeiros transgressores da lei, sem nenhuma capacitação ou compromisso com o código de ética profissional e muito menos com a sociedade”, conclui Beims.

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