A QUEM interessa a privatização do ESTAR?

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Recebi o texto via e-mail, o nome do autor não será divulgado. Porém um texto que demonstra a realidade da ESTAR. Agora a quem interessa já tenho uma suspeita, assim que confirmado eu divulgarei.

Um fato estranho a audiência foi nesta quarta-feira (15) e no site da prefeitura não constava nada referente a audiência pública.

Processo de desconstrução do Estar.
Com a decisão de privatizar o Estar, fica claro o processo de desconstrução do serviço de estacionamento rotativo promovido pela direção do orgão que o controla e/ou outros. Senão vejamos:

A decisão de Juiz ao desautorizar os Monitores de aplicar a notificação em novembro, sequer foi contestada com recurso por parte da Compur, sendo que todas outras cidades operam sistema semelhante, com pequenas variações.

Devemos ressaltar que se o Monitor não tem poder coercitivo (direito de punir), por não ser agente público, os agentes de trânsito também NÃO o tem, pois são regidos pela mesma legislação trabalhista, ou seja, são funcionários da Compur e, sendo assim, não são agentes públicos, faltando-lhes poder coercitivo para
aplicar multas, que é um direito de Estado, intransferível.

Falta de ações da Diretoria de apoio às ações (que sobraram) dos Monitores bem como melhor seletividade dos mesmos. Falta de apoio aos Srs. Coordenadores, no sentido de que pudessem fiscalizar a ação dos Monitores em seu trabalho de rua. Falta de apoio dos Srs. Agentes de trânsito, na aplicação de multas por falta de uso do cartão de estacionamento. Neste quesito, chegaram a receber orientação no sentido de NÃO aplicarem multa por falta de cartão, conforme informação passada pelos mesmos.

E, por fim, sequer um simples aviso (educado e esclarecedor) para ser colocados nos veículos irregulares, foi autorizado pela Direção, ficando assim os Monitores sem qualquer ação coercitiva, esperando apenas que nossos cidadãos sejam cumpridores da lei, como se na Dinamarca ou Suécia estivessem.

Resta tão somente a pergunta que não quer calar. Sabemos que, bem administrado, o serviço é sustentável, então a QUEM interessa a privatização do ESTAR?

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