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Juliano Ninja é acusado de morder e quase dilacerar suposto usuário de entorpecente

"Vagabundo apanha, se faz de vítima, provoca cachorro na rua, leva mordida e bota a culpa em mim"

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Na da tarde da última terça-feira (08), ocorreu uma briga na Avenida Atlântica, na altura da Rua 3700, no centro de Balneário Camboriú. O vídeo foi divulgado nas mídias sociais do Click Camboriú e causou polêmica na cidade.

As imagens mostram dois homens no chão, um sendo imobilizado pelo outro, aos berros. Um guarda-vidas fazia a escolta da imobilização, enquanto uma jovem gritava para soltar o seu irmão. Com o furor no pico, ela conseguiu desferir dois chutes no imobilizador.

Com a repercussão do vídeo, o homem, de 26 anos, que foi imobilizado, entrou em contato com o Click Camboriú e enviou o seguinte relato:

— Esse maluco nazista me agrediu, me chamando de preto maconheiro, chamando minha irmã de sapatão e dizendo que ia estuprar ela. Foi acobertado pelos guarda-vidas do local que são amigos pessoais dele e foram coniventes com a agressão. Já abri processo contra racismo e vou levar isso adiante.

Perguntado sobre o motivo da confusão, o homem relatou como tudo aconteceu:

— Sem motivo, ele já estava encarando eu e minha irmã na praia, fomos até a moto guardar nossas coisas quando eu voltei e virei a esquina ele veio pelas minhas costas e me deu um soco no queixo. Depois que eu caí ele veio agredir, e os guarda-vidas do local vieram ajudar ele. Acredito que o motivo foi racismo, pois ele não parava de me chamar de preto. Ele estava nitidamente sobre efeito de droga, me mordeu e dilacerou minha barriga. Quando eu grito no vídeo é por causa que ele está me mordendo, quase me dilacerou. No vídeo mostra eu me defendo das agressões dele no chão, não houve imobilização nenhuma, apenas agressão e se eu não segurasse os braços dele, ele ia me desmaiar no soco.

O outro envolvido no caso é o Juliano Ninja, de 43 anos, marido da vereadora Juliethe Nitz (PL). Procurado pelo Click Camboriú, Juliano confirmou que era ele no vídeo, mas quando convidado para compartilhar sua versão dos fatos, ele ficou de retornar o contato, o que acabou não ocorrendo.

Um Guarda Municipal de Balneário Camboriú, através do perfil @guilhermecorreagui, respondeu às publicações do Click Camboriú: — O cara tava consumindo entorpecente na praia, tem os guarda vidas de testemunha, ele não teve nem uma lesão, foi apenas imobilizado com técnicas de jiu jitsu. — O GM não informou se foi ele quem atendeu essa ocorrência. A Guarda Municipal de Balneário Camboriú não se manifestou oficialmente sobre o caso.

Juliano se manifestou posteriormente em suas mídias sociais sobre as mordidas que o rapaz diz ter levado dele: — Vagabundo apanha, se faz de vítima, provoca cachorro na rua, leva mordida e bota a culpa em mim. Bem feito, o cachorro mordeu pouco. Maconheiro. — Ele também fez uma publicação explicando sua versão da história, que segundo ele, foi deletada pelo Instagram. A publicação foi salva pela reportagem, antes que fosse deletada.

Segue abaixo na íntegra:

“Perfil da “vítima” que está por baixo sendo imobilizado: 26 anos, grandão, praticante de luta, e MACONHEIRO.

Eu: pai de família, cidadão de bem, pagador de imposto, e tenho idade para ser pai desse lixo.

Nesse caso, o maconheiro tomou um pau! 1 a zero pro Brasil.

O relato:

Eu estava na praia treinando, e esses dois estavam ali usando drogas na praia, perto de crianças e famílias que ali tentando ter um momento de lazer.

Semana passada a minha esposa quase apanhou porque tinha um maconheiro no horário do almoço usando drogas aqui na frente de casa, ou seja, esses lixos podem fazer o que quiser?

Eles mexem com nossas filhas e esposas, ameaçam as pessoas de bem, e nem reclamar podemos?

Mas não para por aí, pois enquanto as pessoas de bem não se unirem contra essas imoralidades, dias piores virão.

Sou cristão, conservador e pai de família, e nunca permiti ou permitirei que esses abusos invadam a minha vida e venham ameaçar a vida da minha família.

Eu sou um homem preparado, tenho uma empresa que presta serviços na área de segurança para agentes de segurança pública e privada, mas, eu entendo como “a coisa funciona”.

Eu sou um homem preparado, tenho uma empresa que presta serviços na área de segurança para agentes de segurança pública e privada, mas, eu entendo como “a coisa funciona”, e o cidadão de bem, que não consegue reagir a isso, que é coagido por esses lixos, e que pode perder a vida na frente de sua própria família ao tentar defendê-la mediante a ação desses marginais?

Me chamou a atenção um fato nesse conflito todo, no meio da multidão que se formou, algumas pessoas de bem estavam defendendo esse vagabundo, dizendo que “maconha não é nada”, “deixa o cara usar a droga”, “isso é violência, que absurdo”, ou seja, a sociedade é doente, e violência é permitir a ação desses lixos que tentam cada vez mais diminuir a voz das pessoas de bem.

Quero agradecer aos Salva Vidas que estiveram no local fazendo a contenção do perímetro, e deixar aqui também o meu irrestrito respeito a todas as forças de segurança pública por serem a ponta de lança na defesa de uma sociedade que não lhes honra ou presta o devido respeito que merecem.

No que depender de mim, esses lixos não terão vida fácil.

Pela minha família, pela minha cidade, pelo meu estado, pela minha pátria, AMÉM e OSS!”


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