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Prestes a dar inicio ao projeto de promover cirurgias eletivas na antiga Fundação Hospitalar de Camboriú, o Secretário da Saúde, Ronnye Peterson dos Santos reuniu os vereadores, na tarde desta quarta-feira (09) para esclarecer algumas dúvidas.

Na presença dos vereadores, Adriano Gervásio (PSDB), Inalda do Carmo (DEM), José Simas (DEM), Josué Pereira (PMDB), Elcana Medeiros (PMDB), Márcio Pereira (PV) e a presidente Márcia Regina Freitag (PSDB) o secretário falou sobre a expectativa de fazer 150 cirurgias eletivas no hospital de Camboriú, a partir do dia 15 de setembro.

Segundo o secretário, a cidade está com uma grande fila, com pessoas que estão há mais de três anos esperando uma cirurgia. “Nosso objetivo é fazer esta fila andar, pois hoje ela está parada. Há mais de 200 mulheres esperando cirurgias ginecológicas, precisamos mudar está realidade”, defendeu Ronnye.

O vereador José Simas (DEM) questionou a situação da abertura, já que segundo o Ministério Público, assim que o liquidante finalizar as pendências do hospital, este deixa de poder ser utilizado pela prefeitura. Porém, o secretário alega que há um contrato de seis meses, que pode ser prorrogado, e este documento assegura o direito da prefeitura.

Durante a reunião o secretário fez questão de deixar claro que as dívidas da antiga gestão não são responsabilidade do Poder Executivo. Entretanto, o vereador Zeca Simas, com o apoio da presidente Márcia, alertaram os presentes que caso haja algum erro médico durante as cirurgias eletivas, esta é uma responsabilidade do médico e da prefeitura, o que futuramente pode causar problemas financeiros graves ao órgão público.

Durante este um ano, a prefeitura pagará um aluguel mensal de R$ 35 mil ao liquidante para poder utilizar o espaço. O município irá atender também pacientes de cidades vizinhas, com o objetivo de arrecadar fundos para as despesas do hospital.


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