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Arquivadas denúncias contra Robison Coelho na Comissão de Ética da Câmara de Itajaí

"Entendo que as denúncias foram uma tentativa de me fazer calar, mas não tiveram êxito", declarou o parlamentar

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Robison Coelho
Foto: Davi Spuldaro.

A Comissão de Ética da Câmara de Vereadores arquivou as duas denúncias contra o vereador Robison Coelho (PSDB). A primeira se referia a fala do parlamentar durante a polêmica sessão em que foi aprovado o reajuste do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) de Itajaí, em setembro de 2017 e a segunda durante o uso da tribuna sobre o mesmo assunto, em março deste ano. Nas duas ocasiões, o presidente da Comissão de Ética da Câmara, vereador Rubens Angioletti (PSB) entendeu não ter havido quebra de decoro parlamentar. O parecer do presidente teve o voto favorável dos outros dois membros da comissão: vereadores Luis Fernando da Silva (PDT) e Otto Luiz Quintino Junior (PRB).

Foi durante a votação do aumento do IPTU e num desabafo no uso da tribuna que o vereador Robison Coelho usou a expressão “toma lá da cá”, expressando no parlamento o que se ouvia nas ruas, nas redes sociais e, inclusive, na imprensa, sobre uma possível troca de favores pela aprovação do projeto de lei. “A própria imprensa chegou a noticiar que indicados políticos de alguns vereadores foram exonerados depois que esses vereadores votaram contra o aumento do IPTU. Se isso por si só não endossa o que eu expressei, não sei o que mais endossaria”, afirmou Robison na época que as denúncias foram protocoladas.

“Entendo que as denúncias foram uma tentativa de me fazer calar, mas não tiveram êxito. Estou na Câmara para representar a população de Itajaí e poder fazer isso sem amarras é fundamental”, afirma o parlamentar.

Na notificação de arquivamento da primeira denúncia, o presidente da Comissão de Ética sugere que a procuradoria da Câmara envie toda a documentação do processo à Promotoria da Moralidade Administrativa do Ministério Público de Santa Catarina, para que seja apurado se houve mesmo troca de favores pela aprovação do projeto de lei.

Já na notificação do arquivamento da segunda denúncia, o texto ressalta que não houve ofensa pessoal e direcionada a qualquer vereador e reitera que os vereadores são invioláveis pelas suas opiniões e votos no exercício do mandato e na circunscrição do município, conforme o artigo 19 da Lei Orgânica municipal.


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