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Mulher é torturada e mantida em cárcere privado em Camboriú

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Olho da mulher com sangramento

Uma mulher de 33 anos viveu 15 dias de tortura em Camboriú. Ela, o marido e três filhos vieram de Curitiba há aproximadamente um mês. Há aproximadamente 15 dias, seu marido de 44 anos passou a agredí-la com uma barra de cano e uma faca. Segundo a mulher, seu marido que é ciumento possessivo disse que ela havia lhe traído. Foram momentos de dor e desespero, conta a” feminina”.

De início, usando uma barra de cano, ele passou a bater nela, causando hematomas por todo o corpo. Não satisfeito, ele pegou uma faca, esquentou no fogo e escreveu na testa dela “adultera”. Os espancamentos seguiram por 15 dias. Inclusive ele agrediu também seu filho de sete anos, ele estava visivelmente traumatizado e possivelmente com fratura no braço.

Na tarde desta quinta feira (08), uma denúncia anônima levou a polícia e o Conselho Tutelar até a rua Santa Rita, no Bairro São Francisco de Assis. Chegando no local, percebeu-se que a mulher estava em cárcere privado, juntamente com seus três filhos.

Por volta das 16 horas, o conselho tutelar entrou em contato com a Polícia Militar solicitando apoio.

O agressor evadiu-se antes da chegada da viatura no local. Informações apontavam seu paradeiro na rua 3.300, lugar em que foi capturado.

Todos os envolvidos foram encaminhados para a delegacia de polícia civil de Camboriú.

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O agressor, Jeferson de Cassia Borges Marba, 34 anos

A violência

As agressões começaram há alguns anos, com Marba mantendo o controle sobre ela, de forma a não a deixar sair sozinha, inclusive trancando-a em casa quando ele saía. Ela chegou a ficar quase 30 dias sem sair de casa. Segundo declaração da vítima, ela não o denunciava, pois tinha medo dele, que era usuário de cocaína e violento.

Nos últimos dias, por ele acreditar que ela o estava traindo, a violência aumentou brutalmente. Segundo relato, ele a agredia com pontapés, socos, utilizando-se até de um cano de PVC para espancá-la. Ele também chegou a amarrar suas mãos e seus pés e até colocou uma meia em sua boca para que ela não gritasse.

Além da agressão física, a violência psicológica era diária, incluindo aos filhos, que muitas vezes presenciavam as ameaças do pai contra a mãe. As ameaças de morte eram constantes.


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