Caso de chikungunya importado é registrado em Balneário Camboriú

Após a confirmação do caso, equipes do Programa Municipal de Combate ao Aedes aegypti aplicaram inseticida na rua em que o morador infectado reside

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Divulgação

Um caso de chikungunya foi registrado em Balneário Camboriú. De acordo com informações do Departamento de Vigilância Epidemiológica (DEVE) um morador do município possivelmente foi infectado em Fortaleza, no Ceará, quando visitava a cidade. Lá o número de casos da doença já passa de 10 mil.

Segundo a médica Veterinária, Fabiana Ribeiro, após a confirmação do caso, equipes do Programa Municipal de Combate ao Aedes aegypti aplicaram inseticida na rua em que o morador infectado reside. Além disso, também foram feitas buscas ativas de novos suspeitos e informando os possíveis sintomas da doença. “A chikungunya é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo da dengue e da zika. O diagnóstico desse paciente foi feito no dia 10 de maio, mas ele já encontra-se bem. Ele esteve em Fortaleza no período de 5 a 11 de abril e o período de incubação da doença é de dois a dez dias, podendo chegar a 12 dias”, comentou.

Conforme a Fabiana Ribeiro, os principais sintomas da chikungunya são febre acima de 39 graus, de início repentino, e dores nas articulações. Pode ocorrer, também, dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele. “O que diferencia principalmente a chikungunya da dengue é que as dores nas articulações são bem mais intensas”, explicou.

O Município intensificou as ações sobre os cuidados para combater o mosquito Aedes Aegypit, após o primeiro índice realizado neste ano, apontar alto risco para surto das doenças transmitidas pelo mosquito – Dengue, Zika, Chikungunya ou febre amarela, o que exige atenção redobrada da população durante este inverno, para que não haja epidemia no verão.

Neste ano, Balneário Camboriú ainda não registrou nenhum caso de dengue, chikungunya e zika, que tenham sido contraídos na cidade. Resultado do trabalho intenso dos agentes do programa de Combate ao Aedes aegypti em parceria com diversas secretarias municipais que integram a Sala de Situação. Além de vistoriar as armadilhas espalhadas pela cidade, eles vistoriam casas, terrenos baldios e obras da construção civil. Os agentes da Estratégia de Saúde da Família (ESF) também deverão auxiliar o alerta durante as visitas domiciliares.

Cuidados dentro das casas e apartamentos:

Tampe os tonéis e caixas d’água;
Mantenha as calhas sempre limpas;
Deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo;
Mantenha lixeiras bem tampadas;
Deixe ralos limpos e com aplicação de tela;
Limpe semanalmente ou preencha pratos de vasos de plantas com areia;
Limpe com escova ou bucha os potes de água para animais;
Retire água acumulada na área de serviço, atrás da máquina de lavar roupa.

Área externa de casas e condomínios

Cubra e realize manutenção periódica de áreas de piscinas e de hidromassagem;
Limpe ralos e canaletas externas;
Atenção com bromélia, babosa e outras plantas que podem acumular água;
Deixe lonas usadas para cobrir objetos bem esticadas, para evitar formação de poças d’água;
Verifique instalações de salão de festas, banheiros e copa.

Fonte: Agência Nacional de Saúde Suplementar

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