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Camboriú cria Sala de Situação para combater o mosquito da dengue

Já na primeira reunião foram identificadas algumas ações que devem ser tomadas

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(Divulgação)
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A pedido da Vigilância Epidemiológica do Estado, Camboriú conta agora com uma Sala de Situação, que tem como objetivo realizar o gerenciamento e controle das ações de combate ao mosquito Aedes Aegypti.

O sistema de comando de operações é formado por equipes de diferentes setores do órgão público, como saúde, que reúne a atenção básica, epidemiologia e vigilância sanitária; bombeiro; agricultura; defesa civil; meio ambiente e educação. Os representantes de cada setor se reunirão para tratar do planejamento de metas e estratégias, a fim de combater o mosquito, que além da dengue, transmite a febre chikungunya e o zika vírus.

Já na primeira reunião foram identificadas algumas ações que devem ser tomadas, como por exemplo: encurtar o prazo entre a notificação e a aplicação de multa nos casos de terrenos baldios, que precisam de limpeza. Ainda deve ser adotado um novo procedimento quanto aos veículos abandonados em terrenos particulares, já que os que estão na rua, a Polícia Militar faz o recolhimento.

Estamos em alerta quanto a este problema em nossa cidade. Temos encontrado muitos focos do mosquito em diversos bairros do município e o Taboleiro é um dos locais mais críticos. Precisamos que as pessoas não somente saibam como prevenir-se, mas que efetivamente cuidem de suas casas e terrenos”, comentou o Coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Karen Rigon.

Em 2016 três casos de pessoas com dengue foram confirmados em Camboriú e um com o Zika Vírus. Todos os casos foram contaminações externas ao município.

Ao todo, 61 casos foram notificados como suspeitas de dengue, sendo desses 52 já descartados, e os outros nove ainda estão sob investigação. Atualmente a cidade tem identificado 41 focos do mosquito.

Independente de números temos que tratar com seriedade este assunto. Por isso as pessoas devem estar atentas aos sintomas das doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti e procurar uma unidade de saúde para que o tratamento, caso confirmado, possa ser iniciado o mais rápido possível”, declarou a Secretária da Saúde Márcia Regina Oliveira Freitag.


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