Resgate Social atendeu 196 pessoas no mês de maio em Balneário Camboriú

Ocorreram 216 encaminhamentos à Casa de Passagem do Migrante

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Divulgação

O Resgate Social, programa da Secretaria de Desenvolvimento e Inclusão Social de Balneário Camboriú, registrou no mês de maio 99 pessoas vivendo nas ruas da cidade, um aumento de 18% em relação a abril, que contabilizou 84 pessoas. Hoje, o município está com 28 moradores de rua e 71 em situação de rua. Ainda no mês de maio, o departamento atendeu 196 pessoas, sendo 176 homens e 20 mulheres. Ocorreram 216 encaminhamentos à Casa de Passagem do Migrante. “Atendemos no local 160 pessoas, mas como muitos vão e voltam totalizou 216 acolhimentos”, explicou o diretor do Resgate Social, Eder Clemente.

Mesmo com esse aumento, comparando com maio de 2016, houve uma redução de 22% no número de pessoas nas ruas da cidade. Dos 196 auxiliados, 79% são da região Sul do Brasil, sendo que 32% destes possuem família e/ou residência em Balneário Camboriú ou municípios vizinhos. Quando questionados sobre a razão de terem vindo a Balneário Camboriú, 30% relataram ter vindo em busca de emprego e 24% são de pessoas que andam de cidade em cidade sem rumo definido. Houve também o menor número de atendimento a estrangeiros desde abril 2014. Apenas um estrangeiro recebeu atendimento, um cidadão senegalês, mas que já reside no Brasil e possui documento brasileiro.

Conseguimos que alguns moradores de rua aceitassem o nosso auxílio, via internação em Comunidade Terapêutica, o que é bastante significativo, já que é um grupo de difícil inclusão. Já o aumento das pessoas em situação de rua, grande parte delas vieram a Balneário Camboriú porque não conseguiram auxílio em outros municípios e instruídas pela propaganda ‘boca a boca’ aqui chegaram já procurando pelo Resgate Social. Algumas delas já seguiram o seu rumo, outras permaneceram na cidade com a esperança de obter emprego”, disse Eder Clemente.

Além disso, 92 passagens rodoviárias foram concedidas para as pessoas em situação de rua que desejavam voltar para os municípios de origem ou onde teriam acolhimento familiar e/ou amigos. O Resgate Social atua em parceria com a Assistência Social, ambos da Secretaria de Desenvolvimento e Inclusão Social.

O Resgate Social, além de prestar auxílio e assistência, busca dar novas oportunidades aos cidadãos que, independente do motivo, acabaram indo para as ruas. Os moradores de rua são aqueles que vivem nas ruas há mais de um ano por escolha própria e que perderam todo o vínculo familiar. As pessoas em situação de rua são aquelas que ficaram sem residência em razão de desemprego, corte de vínculo familiar, e/ou dependência química, estando há menos de um ano nas ruas, e também aquelas que viajam de cidade em cidade, sem rumo definido, que ficam no município por poucos dias.

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