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Vereador de Itajaí apresenta estudo inédito sobre coleta seletiva de lixo

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O trabalho de mestrado, apresentado pelo vereador Márcio José Gonçalves (Dedé ) traz à tona a questão do lixo reciclável, em Itajaí. Embora o município de Itajaí já possua um programa de coleta seletiva, o aproveitamento e manutenção dos resíduos sólidos ainda se encontram muito abaixo do necessário, uma vez que existem diversas variáveis que comprometem o resultado proposto.

Segundo dados obtidos junto ao município de Itajaí, a cidade gera um volume médio mensal de 5.715 toneladas de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), com custo mensal de coleta de R$ 510.539,00. Deste total, 5.284 toneladas são resíduos domésticos a um custo médio mensal de R$ 435.723,00; 412 toneladas são de material reciclável (coleta seletiva) a um custo médio de R$ 63.683,00; e o total de resíduos hospitalares coletados é de 19 toneladas a custo de R$ 11.133,00 mensais. ( Números obtidos em 2012 início da pesquisa).

A pesquisa teve a orientação do professor Alexandre Lerípio, no Mestrado em Gestão de Políticas Públicas. Ele explica que com esse trabalho, o Vereador Márcio Dedé propôs uma nova alternativa de cálculo do custo da coleta seletiva. “O custo da coleta seletiva em Itajaí precisa utilizar um modelo de cálculo  seguindo as melhores práticas de contabilidade ambiental e pagamento por serviços ambientais, temas de ponta em políticas públicas, e a consequente diminuição dos custos e quantidade de resíduos encaminhados ao aterro sanitário”. O modelo apresentado utiliza variáveis não contabilizadas pelos gestores públicos, menos custos de operacionalização no aterro, menos resíduos dispostos em rios, valas e obstruindo as ruas, expansão de áreas para os aterros sanitários e consequente contaminação do solo, renda das cooperativas e dos catadores de resíduos, economia de energia, água e matérias primas na cadeia produtiva, entre outros aspectos intangíveis que compõem o ciclo da reciclagem dos resíduos sólidos urbanos. Com aumento da coleta seletiva nos municípios (em locais com maior poder aquisitivo, a fração de recicláveis pode chegar a cerca de 50% do total de resíduos), o custo da coleta seletiva cairia ainda mais e o da coleta convencional idem, ou seja, o aumento da coleta seletiva nos municípios proporciona benefícios à economia municipal, à administração pública, aos cidadãos e principalmente ao meio ambiente.”

O estudo teve aprovação com louvor e pode auxiliar gestores públicos, nas questões relacionadas aos Resíduos sólidos urbanos com a utilização de ferramentas que o auxiliem na tomada de sua decisão e demonstre através de variáveis econômicas a viabilidade da coleta seletiva e consequentemente a reciclagem, tratando as questões relacionadas ao assunto, não como uma fonte de gastos e/ou despesas, mais sim como investimento, fonte de renda e melhoria da qualidade de vida da sociedade.


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