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Em viagem de intercâmbio, há mais interação com as pessoas

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Quando a gente viaja para fazer um intercâmbio de estudo, consegue manter uma rotina com algumas pessoas. E esta relação acaba virando amizade. Você, mesmo que tenha ido viajar sozinho, acaba tendo companhia para diferentes programas turísticos pós-escola. E pode ser que você se entrose com pessoas do outro lado do planeta.

Quando estive no Canadá, meus melhores amigos eram uma colombiana, um italiano, um japonês e um francês! Éramos um grupo que fazia tudo junto, inclusive aos finais de semana. E para se comunicar, claro, o inglês era o idioma principal.

Na Austrália tive muito contato com húngaros, turcos e tailandeses. Agora, em Nova Iorque, tinha um amigo brasileiro (mas nos obrigávamos a falar em inglês), um italiano e um americano, que não era da mesma escola.

intercambioAo passar por três intercâmbios, gostaria de comentar um pouco do método das escolas. Todas as que passei eram muito similares. A descoberta da ILSC NY foi via agência Hi Bonjour, que me deu o suporte com passagens aéreas, seguro viagem (algo indispensável), pacote hospedagem + alimentação e a escolha da unidade educacional.

Localizada no centro financeiro de Manhattan, a escola estava muito próxima à estação de metro Fulton e ao World Trade Center. A estrutura bem interessante, com equipamentos audiovisuais, professores nativos do idioma ou muito fluentes, quantidade adequada de alunos por classe e atividades extras, como passeios a museus e até campeonatos de futebol nos parques após às aulas.

Tudo muito propício para aprender inglês e interagir com outras pessoas. E este é mesmo o barato de um intercâmbio. Viagens, por si só, já são um aprendizado. E quando você consegue juntar um período de estudo, volta repleto de novidades, engrandecido – pessoal e profissionalmente. E eu já estou na fase da saudade, doido para o próximo intercâmbio!

Bate-papo sobre intercâmbio

Na minha escola tinha pessoas das mais variadas idades e nacionalidades. E eu tive um bate-papo com a Luísa Reisen, carioca de 18 anos que estava em Nova Iorque com foco no aprendizado de inglês. Aperte o play para conhecer um pouco da história dela.

 

Dicas sobre Nova Iorque

esquilo– Os esquilos estão por toda parte em Nova Iorque, principalmente nos parques, com suas árvores e alimentos fáceis. Apesar de bonitinhos, eles podem morder. Tome cuidado… Ah, e os americanos os veem como ratos (sujos e verdadeiras pragas).
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– A atividade náutica é super forte em Nova Iorque. Tem os ferries boats para movimentação entre uma ilha e outra (sim, Manhanttan é uma ilha), tem porto, tem marinas, enfim, uma série de ações ligadas ao rio e ao mar.

Seaport District– A região do Seaport District (distrito da região portuária) foi revitalizada e é um interessante ponto turístico. Tem lojas, restaurantes, cafés e até parques que se estendem rio adentro.

– Nem toda fruta é natural dos Estados Unidos. A banana, por exemplo, vem importada de Honduras. E custa um pouco mais caro. Também é comprada por unidade, não por quilo. Mas o país mantém produção própria de algumas delícias, como as berries (frutinhas vermelhas, como amora, morango e mirtilo). Aproveite para saborear.


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