Veja como as coisas funcionam

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Nesta terça-feira (12), pela manhã escutava a Rádio Menina, um jovem atleta (surfista) junto com sua mãe pediam ajuda aos ouvintes para conseguir recursos para poder competir no estado de São Paulo. O atleta já ganhou diversos campeonatos em Santa Catarina, onde é vice-líder do campeonato catarinense em sua categoria, inclusive venceu campeonatos e em outros estados. Sensibilizados, os apresentadores doaram parte do valor e os ouvintes o restante. Os apresentadores por diversas vezes cobraram uma resposta da Fundação Municipal de Esportes (FME), que até o final do programa não se pronunciou.

A mãe do atleta informou que por diversas vezes procurou a FME, mas nenhuma verba foi liberada. Uma pergunta fica no ar: onde esta o bolsa atleta? Não foi a primeira vez que ouvi um descaso com os atletas. Vários moradores de Balneário Camboriú estão concorrendo por outros municípios, pois lá recebem incentivos financeiros e despesas pagas para competirem e divulgarem o nome da cidade.

No ano passado escolas estaduais do município foram contempladas com um projeto excelente onde um instrutor de Karatê se deslocava até a unidade para ensinar os alunos interessados na modalidade. Por incrível que pareça no início de Dezembro foi encerrado e até o momento nenhuma explicação foi repassada pela FME aos pais dos alunos. Será que onde está sendo aplicada a verba da FME, que por sinal não é pequena?

Agora vejam como algumas pessoas influentes conseguem dinheiro fácil.

Mas vejam como facilmente o dinheiro público pode ser distribuído, a bagatela de R$ 160 mil do Fundo Estadual de Incentivo ao Turismo (Funturismo) foi repassada para uma casa noturna de propriedade de, nada mais nada menos, que Roberto Castagnaro, para um show do DJ Fatboy Slim, que ocorreu no Carnaval de 2006, na casa noturna Ibiza. A verba foi repassada pelo deputado estadual Gilmar Knaesel (PSDB), secretário na época.

Na época o show era programado para ocorrer gratuitamente na Barra Sul, mas foi feito na Ibiza, casa noturna particular, e teve ingressos vendidos entre R$ 100 a R$200 por pessoa.

Parabéns ao promotor Aor Steffens Miranda que está acompanhando o caso.

Matéria completa no Clic RBS: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,181,3265935,16844

Incrível, um atleta não consegue se quer uma passagem, mas empresários para efetuarem eventos privados chegam a receber do Estado R$ 160 mil. Assim é fácil ficar milionário, não acham? Sendo assim acho mesmo que Castagnaro é inocente das acusações da Operação Zapatta 2006. Quem consegue facilmente dinheiro desta forma não precisa se envolver com o crime organizado.

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