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Sobre o Ruth Cardoso: falta de material e demissão de funcionários

Enfermeira foi demitida após reclamar no facebook

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Novas polêmicas

A publicação do vereador Aldemar Pereira, o Bola (PSDB), no último sábado (24), posteriormente deletada pelo próprio, alertando sobre a falta de gesso no Hospital Ruth Cardoso, foi o estopim para novas polêmicas sobre a unidade hospitalar.

Bola pisou na bola?

Se o hospital Ruth Cardoso está de fato com falta de material como denunciou o vereador, não sei, mas se Bola estivesse tão convicto disso, provavelmente não teria excluído a denúncia de sua página no facebook.

Politicagem

Penso que, se o hospital está racionando material, as denúncias podiam ter sido tornadas públicas através da imprensa, ao invés de serem enviadas para o vereador da oposição. Assim, não viraria politicagem.

Lenha na fogueira

Para tentar combater uma possível “bola fora” do vereador Bola, o vereador Omar Tomalih (PSB) gravou um vídeo dentro do hospital demonstrando que havia material de mobilização (atadura, e não gesso) para mais seis meses. Só que ao invés de neutralizar a denúncia do colega, Tomalih incendiou ainda mais o debate.

Arregou

Vendo que a publicação acabou colocando mais lenha na fogueira, o pessibista logo tratou de excluir o vídeo, em uma clara demonstração de arrependimento de tê-lo publicado.

material disponivel
Esse seria o material de imobilização disponível, segundo um funcionário não identificado.

Reclamou…

A enfermeira Juçara Shirley Pinheiro comentou no facebook que o hospital está sem anestésico local há seis meses e que enfermeiros estão sondando com antisséptico. “Trabalho há cinco anos no Ruth e a pior fase está sendo essa”, reclamou.

…e acabou demitida

Logo após reclamar no facebook, Juçara foi demitida nesta segunda-feira “por não mais convir manter seu vínculo de trabalho”.

Assédio Moral

Solidarizada com a colega Juçara, a assistente administrativa Martina Galvagni, demitida na última semana, publicou uma nota em seu facebook dizendo que também foi “covardamente dispensada” e teve seu contrato de trabalho interrompido pela justificativa de inúmeras notificações e advertências recebidas pelo técnico em segurança do trabalho, que segundo ela, foram forçosas para que pedisse o desligamento, classificando como “assédio moral”.

Perfil

Ainda segundo Martina, o Técnico em Segurança do Trabalho teria a desrespeitado, ferindo seus direitos constitucionais ao afirmar que ela não tinha perfil para trabalhar na Instituição e sim que seu perfil era para “trabalhar em uma balada”, por conta de seus adornos.

Sujeira

“Pedi, de forma amigável que primeiro a instituição nos oferecesse um ambiente adequado de trabalho, pois todos estavam em risco, e que se ele fosse ‘macho’ mesmo, homem, que notificasse o Secretário de Saúde e interditasse aquele Pronto Socorro pela sujeira e exposição dos funcionários à todo tipo de agente biológicos e riscos de toda e qualquer natureza”, conta.


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