Divulgação

A Força Tarefa de Balneário Camboriú, composta pelo Setor de Investigação e Captura (SIC) da Delegacia de Polícia da Comarca e a Guarda Municipal, prendeu, na noite desta segunda-feira (09), três homens envolvidos com tráfico de drogas. Além disso, a equipe das forças de segurança apreenderam 140 comprimidos de ecstasy, três balanças de precisão, uma munição .38, uma porção de maconha e quatro celulares, além de Plásticos para embalar a droga, papel filme e uma espingarda de pressão com luneta de uso restrito.

Também foram apreendidos 786 maços de cigarro contrabandeados e outros 70 pacotes grandes de cigarro. Os envolvidos foram autuados em flagrante e o delegado John Vieira, responsável pelo caso, representou pela preventiva dos três pelos crimes de Tráfico de drogas, associação para o tráfico, contrabando, posse irregular de munição de uso permitido e poste ilegal de arma de uso restrito.

A Ação

No inicio da noite de segunda-feira (09), o Grupo de Operações Preventivas (GOP) da Guarda Municipal de Balneário Camboriú, recebeu uma solicitação da Polícia Civil para prestar apoio sobre uma negociação de ecstasy que aconteceria em um posto de combustível no Bairro Tabuleiro.

O GOP e a Polícia Civil acompanharam o suspeito S.A.G. de 36 anos, até uma padaria na Rua Sassafrás, onde aconteceria a negociação com S.I.F., de 47 anos, proprietária do estabelecimento. Os indivíduos foram abordados em flagrante e com eles foram encontrados 140 comprimidos de ecstasy e 746 maços de cigarro paraguaio armazenados no comércio. Os dois também estavam em posse de uma espingarda com uma luneta.

Foi solicitado o apoio da guarnição K-9 da Guarda Municipal para realizar vistorias no local. A equipe então se deslocou para a residência de J.L.G., de 29 anos, irmão de S.A.G. No local, o Cão Black localizou uma munição calibre 38, balanças de precisão e embalagens plásticas utilizadas para embalar porções das drogas.

Segundo Vieira, ele era responsável pelo armazenamento, embalo e distribuição da droga.

O outro seria responsável pela “captação da clientela”, comercializando de fato o entorpecente. A Padaria era utilizada como apoio logístico pelos presos, para armazenamento temporário do entorpecente.

Os envolvidos foram encaminhados a Central De Plantão Policial para a realização dos procedimentos cabíveis.


COMENTE ABAIXO

Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.