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Com 11 votos contrários e oito votos favoráveis foi rejeitado o Requerimento nº 20/2019, de autoria do vereador Robison Coelho (PSDB), de caráter fiscalizatório, que objetiva comparar os números de cargos comissionados e funções gratificadas antes e depois da Reforma Administrativa.

O parlamentar pretendia fazer perguntas ao prefeito sobre a situação após Reforma Administrativa, acerca das rescisões ocorridas em razão da alteração legislativa, bem como planilhas que comprovem a economia de recursos anunciada pelo Executivo Municipal.

Entre os questionamentos estavam: quantas exonerações e encerramento de funções gratificadas foram realizadas? Qual o custo total das rescisões dos servidores comissionados exonerados em razão da Reforma Administrativa? Quantos cargos comissionados estão previstos na Lei Complementar 337/2018, quais são, e por quem são ocupados atualmente? Quantos servidores efetivos exercem cargos comissionados?

Rejeitaram o pedido: Calinho Mecânico (PP), Celia Filha do Elói (PSD), Dulce Amaral (PR), Eduardo Kimassa (PRP), Fabrício Marinho (PPS), Fernando do Ônibus (PDT), Laudelino Lamim (MDB), Marcelo Werner (PCdoB), Murilo Pereira (PP), Professor Acácio (PSDB), e Thiago Morastoni (MDB).

Com exceção da vereadora Renata Narcizo (SD) que estava ausente, os vereadores contrários a este requerimento são os mesmos que votaram contra o pedido de informações sobre campanha publicitária do IPTU, o que indica claramente o direcionamento das votações. O governo Volnei Morastoni segue sem ser fiscalizado. E quem perde são os munícipes.

A grande incógnita que fica é: o que se tem a esconder?

Posted by Click Itajaí on Saturday, March 16, 2019


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