Pipas e cerol: vereador de Camboriú solicita ao poder executivo cumprimento da lei que fiscaliza brincadeira

Lei Municipal 2616/13 proíbe a prática de soltar pipas em locais públicos que estejam a menos de 200 metros de qualquer ponto de fiação

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Elas dão cor aos dias nublados, alegram os dias de sol e muitas vezes despertam o brilho no olhar de uma criança, mas infelizmente também podem causar sérios problemas. A brincadeira pode ser fatal se a linha da pipa tiver cerol, uma mistura de cola com vidro moído.

Em 2013 foi criada a Lei Municipal 2616/13, com o objetivo de limitar e fiscalizar a brincadeira. A Lei proíbe a prática de soltar pipas em locais públicos que estejam a menos de 200 metros de qualquer ponto de fiação, ou seja, postes de luz e telefonia. Além disso, proíbe em todo o território municipal o uso, venda e estoque cortante ou cerol.

A multa varia de 5 a 20 UFMs (cada UFM vale aproximadamente R$31,80), entretanto, nem uma secretaria da cidade está responsável em fiscalizar e fazer cumprir a lei.

Pensando na segurança da população e o cuidado com a rede elétrica que também sofre com as pipas, que são muitas vezes responsáveis por curtos circuitos, o vereador Josué Pereira (PMDB) solicitou através do requerimento 102/2017 que seja cumprida a lei e que alguma secretaria seja destinada a fazer esta fiscalização.

“As pipas estão em todos os lugares, não há mais controle, é preciso ter cuidado com a saúde das pessoas e também com a preservação da fiação municipal”, defendeu o vereador.

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