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Anna Carolina requer implantação de uma central de intérpretes em Itajaí

Projeto consiste na criação de um atendimento que pode ser feito pessoalmente ou mesmo por videoconferência através de computadores ou celulares

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Há mais de 10 anos um grupo de deficientes auditivos luta pela implantação de uma Central de Intérprete na administração municipal de Itajaí. O projeto consiste na criação de um atendimento que pode ser feito pessoalmente ou mesmo por videoconferência através de computadores ou celulares. Em novembro o grupo ganhou um reforço na luta pela acessibilidade: a vereadora Anna Carolina (PSDB) abraçou a causa e reivindicou junto à administração municipal a criação da Central de Intérpretes. Recentemente Anna também questionou as ações que o município desenvolveu ao longo dos últimos anos para pessoas com deficiência auditiva e se há ou não algum projeto para este público.

Pra quem se comunica com facilidade, a Central de Intérpretes pode até parecer dispensável. Mas para as pessoas que dependem da ajuda de amigos ou parentes cada vez que precisam ir ao médico, por exemplo, trata-se de um avanço significativo para conquista da autonomia. O cineasta Germano Carlos Dutra Junior, 27 anos, sabe bem quais os desafios que um deficiente auditivo enfrenta. “Se vai tentar marcar consulta em um posto de saúde ou buscar algum documento na prefeitura precisa da ajuda de um parente ou conhecido que possa traduzir o que queremos”, explica.

O projeto já existe em outras cidades e pode ser custeado pelo Governo Federal, que destina verbas para compra de equipamentos e de veículo. A prefeitura teria que ceder um espaço e contratar os profissionais. Ainda assim, de acordo com informações da secretaria de administração municipal em resposta ao requerimento de Anna Carolina, não há nenhuma expectativa para a criação da Central de Intérpretes em Itajaí. Nos últimos oito anos a única medida inclusiva adotada pela atual administração municipal foi a oferta de curso básico de Libras. Entre os que concluíram o curso estão 36 servidores, todos lotados na secretaria da educação.

“Na educação hoje em dia existem profissionais especializados, mas nas repartições públicas não é comum ter quem entenda as nossas demandas. Uma Central de Intérpretes que possa auxiliar através da tecnologia é um sonho, facilitaria muito a vida de quem precisa se comunicar e não consegue”, afirma Germano.

A solicitação para que o município desenvolva o projeto e obtenha recursos federais para a criação da Central de Intérpretes foi feita por Anna Carolina no início de novembro. “É triste ver que a comunidade tem que lutar tantos anos por um projeto de extrema importância e que ainda pode ser custeado pelo Governo Federal”, avalia Anna Carolina.


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