PM prende dupla de estelionatárias logo após o golpe

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Dinheiro foi recuperado pela PM e as acusadas foram presas. Foto: 1º BPM
Dinheiro foi recuperado pela PM e as acusadas foram presas. Foto: 1º BPM

Na manhã desta quarta-feira (06), o proprietário de um estabelecimento próximo ao Hospital Marieta, em Itajaí, acionou a PM informando que havia duas mulheres tentando aplicar um golpe em um homem nas imediações e que a ação foi capturada por suas câmeras de segurança.

Os policiais então dirigiram-se ao local e assistiram as imagens para partir às buscas das autoras. No mesmo momento, a vítima da dupla ligou à Central da PM avisando do golpe que havia sofrido na frente do Hospital e que as acusadas estavam em um VW/Gol cinza.

C.R.R.G., 42 anos, informou que é proprietário de um estabelecimento em Papanduva/SC e veio a Itajaí atraído por uma proposta das acusadas. A dupla teria dito ao homem que são funcionárias da Receita Federal e que estavam vendendo um produto, que devia ter ido a leilão na instituição, por um preço abaixo do de mercado. Na transação as duas acusadas deram nomes falsos. O golpe foi consumado quando a vítima assinou um papel que tinha o brasão da Receita Federal e realizou o pagamento de aproximadamente R$ 20.000,00, em espécie.

Um dos policiais em rondas avistou o carro em que as autoras deveriam estar e passou a segui-lo, vindo a abordar Marina Margarete Diniz, 49 anos, perto Hospital Pequeno Anjo. Dentro do carro, além de uma das suspeitas de estelionato, estava o filho da vítima, L.F.G., de 18 anos.

O homem extorquido foi trazido ao encontro da motorista abordada e a reconheceu como uma das autoras. Marina negou o crime, a princípio. Em seguida, marcou um encontro com a comparsa Maristela Cegata, 41 anos, novamente em frente do Hospital Marieta.

A segunda autora foi abordada e detida pelos PMs no local com o dinheiro do golpe que havia aplicado em C.R.R.G. Foi proferida voz de prisão as supostas estelionatárias Marina e Maristela, que foram conduzidas à CPP para as providências previstas em Lei. As vítimas acompanharam para registrar o golpe em que haviam caído.

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