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Itajaí será o primeiro município do país a oferecer tratamento homeopático para dependentes químicos

Pesquisa pioneira no Brasil será realizada com 120 usuários de crack e cocaína

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Divulgação

Itajaí será o primeiro município do país a oferecer tratamento homeopático a dependentes químicos de crack e cocaína. A cidade foi escolhida pelo Conselho Federal de Farmácia para receber uma pesquisa com 120 dependentes, em função da estrutura de saúde que oferece aos usuários. O projeto vai avaliar os benefícios da homeopatia no tratamento desses pacientes.

O primeiro passo para implementação da iniciativa é a criação de uma cooperação técnica entre o Município de Itajaí, Câmara de Vereadores, Conselho Federal de Medicina, Univali, Departamento de Atenção Básica, Diretoria de Ações Farmacêuticas e Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad), do Ministério da Saúde. Por isso, nesta segunda-feira (28), o projeto foi apresentado no município para que cada instituição iniciasse a montagem dos grupos de trabalho.

“A homeopatia é um recurso terapêutico que não provoca reações adversas e trata o indivíduo como um todo. Com esse tratamento o dependente tem a chance de se livrar do vício sem os efeitos da abstinência. É um projeto que oportuniza também uma resposta a um problema social que enfrentamos em Itajaí”, afirma o prefeito Volnei José Morastoni.

Os 120 dependentes químicos que participarão da pesquisa vão tomar os medicamentos homeopáticos durante oito semanas. A equipe vai acompanhar os benefícios do tratamento nesse período e, com base nesses dados, a intenção do Conselho Federal de Farmácia é levar a ideia para outros locais do país. Ainda não há data para iniciar o projeto na cidade.

Além de oportunizar um tratamento terapêutico alternativo para os dependentes químicos, a iniciativa também vai ajudar a humanizar o serviço e articular a rede de saúde. Atualmente, o município conta com Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) e rede de Atenção Básica que faz o atendimento de dependentes químicos – essa estrutura foi um dos atributos que fez Itajaí ser escolhida para receber a pesquisa.

“A primeira etapa do projeto é a definição de um grupo de trabalho para tocar essa iniciativa, o qual já começamos a montar. A pesquisa contará com a coordenação de um médico homeopata da rede municipal, além de médico, farmacêutico, psicólogo, terapeuta ocupacional e enfermeiro da Secretaria de Saúde. O recrutamento dos usuários de drogas para a pesquisa será feito pela Secretaria de Desenvolvimento Social. A intenção é colocarmos o projeto em andamento em dois meses”, completa o secretário de Saúde de Itajaí, Celso Luiz Dellagiustina.


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