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Programa de Combate à Dengue inicia trabalho de conscientização nas escolas de Camboriú

Alunos destaque do município serão capacitados como agentes de endemia mirins

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Divulgação

O Programa de Combate à Dengue iniciou na segunda-feira, dia 3, uma jornada de conscientização pelas escolas públicas do município. A primeira unidade visitada foi o CAIC, no bairro Monte Alegre. Durante as visitas, os alunos recebem orientação acerca do mosquito Aedes Aegypt e dados sobre sua presença no município. Também aprendem os sintomas das doenças transmitidas por ele, como a Dengue, Zica, Chikungunya e Febre Amarela. O projeto envolve a visitação de 20 escolas em 2 meses. Depois disso, dois alunos de cada escola municipal serão selecionados para receber um curso técnico que os capacitará como Agentes de Endemia Mirins.

O supervisor de campo do Programa de Combate à Dengue, Fábio Murilo de Souza, conta que dois alunos serão selecionados em cada escola municipal para receber o Curso Técnico em Agente de Endemia Mirim – um que estude no turno matutino, outro no vespertino. “Todos os estudantes poderão se candidatar e realizar uma prova. Vamos perguntar questões apresentadas durante a capacitação que oferecemos nas escolas. Os alunos com as melhores notas serão selecionados”, explica.

Desde o início do ano até abril, o Programa de Combate à Dengue diagnosticou 75 focos de presença do mosquito Aedes Aegypt em Camboriú. A presença é detectada por meio do monitoramento de 180 armadilhas, espalhadas pela cidade. Além disso, alguns pontos estratégicos também são monitorados regularmente. Entre eles: cemitérios, floriculturas, depósitos de sucata e pátios de veículos.

Fábio destaca que a presença do mosquito não significa, necessariamente, a presença da doença: “Hoje nós não temos casos das doenças transmitidas, mas temos o Aedes Aegypt na cidade. O cenário ideal seria de eliminação de todos os focos de mosquito. Por isso o trabalho nas escolas é tão importante: os alunos aprendem a avaliar suas próprias residências, verificar se está tudo certo e corrigir o que está errado, além de serem agentes multiplicadores ao cobrar de pais e familiares que façam o mesmo”, explica.


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