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Busca ativa resulta no recolhimento de oito escorpiões amarelos, em Itajaí

Animais foram eutanasiados na Secretaria de Saúde

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*Divulgação - Núcleo de Controle de Zoonoses / Secretaria de Saúde de Itajaí)
(Divulgação – Núcleo de Controle de Zoonoses / Secretaria de Saúde de Itajaí)

O recolhimento de oito escorpiões da espécie Tityus serrulatus (amarelo) foi o resultado da busca ativa realizada pela equipe técnica do Núcleo de Controle de Zoonoses no último sábado, 8.

A ação, iniciada às 17h40, seguiu até 22h50 em cinco focos do bairro Itaipava e 12 em Cordeiros (na localidade do Costa Cavalcante). Os focos ficam localizados em locais já identificados e monitorados pela Secretaria de Saúde.

De acordo com o responsável pelo controle de Agravos por Escorpiões de Itajaí, Técnico de Enfermagem com formação em Biologia Marcos Antonio Cordeiro, dos oito animais recolhidos, dois foram capturados na busca ativa e os outros seis escorpiões foram entregues pela comunidade, na chamada ‘demanda espontânea’. “Ainda na noite de sábado, eles foram eutanasiados na Secretaria de Saúde, com o devido acondicionamento e medidas técnicas de praxe estabelecidas pelo Ministério da Saúde”, explica.

O trabalho de conscientização da comunidade e controle à proliferação dos escorpiões em todo o município é uma atividade permanente da Secretaria de Saúde de Itajaí. O objetivo é evitar que a cidade sofra com infestações de grande porte, como já ocorre em outros pontos do país. A equipe que atua no combate à proliferação de escorpiões é formada por quatro agentes de endemias treinados e capacitados.

Em 2016, já foram efetuadas 122 buscas ativas, com um total de 167 animais capturados, sendo 136 Tityus serrulatus (amarelo) e 31 (Tityus bahiensis) marrom. Este número inclui os exemplares coletados pelos profissionais da Secretaria, por meio do Núcleo de Controle de Zoonoses nas ações de busca ativa e também os animais recolhidos pelos moradores e entregues à equipe técnica em demanda espontânea.

Orientações

A picada de escorpião faz com que a pessoa sinta uma dor intensa e imediata no local e é acompanhada por vermelhidão, muitas vezes sem evolução. A maior preocupação está em acidentes com as crianças e idosos, que é quando os sintomas podem evoluir com maior gravidade.

Em caso de acidentes, o indicado é lavar o ferimento com água e sabão e imediatamente procurar a unidade de pronto atendimento mais próxima. Se possível, levar o animal para que a equipe que irá atender o paciente possa identificar a espécie que o picou.

Na unidade de saúde, o paciente passa por avaliação da picada e dos sintomas que apresenta. Fica em observação e recebe medicação para aliviar a dor. Caso seja necessário, é encaminhado ao hospital para aplicação de soro. No caso de crianças, elas devem ser encaminhadas ao Hospital Pequeno Anjo e os adultos ao Hospital Marieta Konder Bornhausen.

Se algum morador encontrar um escorpião em sua residência deve entrar em contato com o Núcleo de Controle de Zoonoses, no telefone (47) 3249-5571, para receber as orientações necessárias.

O que fazer em caso de acidentes

Manter a vítima calma e deitada;
Tentar manter a área afetada no mesmo nível do coração ou, se possível, abaixo dele;
Evitar que a vítima se movimente para não favorecer a absorção do veneno;
Localizar a marca da mordedura e limpar o local com água e sabão;
Cobrir com um pano limpo;
Remover anéis, pulseiras e outros objetos que possam garrotear (apertar a circulação), em caso de inchaço do membro afetado;
Levar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, para receber o tratamento necessário;
Se possível, levar o animal para que seja identificado e para que a vítima receba o soro específico.

O que não fazer

Não fazer torniquete – isso impede a circulação do sangue e pode causar gangrena ou necrose local;
Não cortar o local da ferida, para fazer ‘sangria’;
Não aplicar folhas, pó de café ou terra sobre a ferida, pois poderá provocar infecção.

Limpeza

A recomendação da equipe do Núcleo de Controle de Zoonoses é para que os moradores mantenham terrenos e quintais limpos, livres de entulhos e fechem bem seus pontos de armazenagem de lixo (sacos, lixeiras, latões, ou outros), pois os escorpiões se abrigam nestes locais e se alimentam de outros animais, como baratas, aranhas, cupins e até mesmo pequenos vertebrados.

E, além de evitar o escorpião, a limpeza do ambiente evita o surgimento de roedores e também que ocorra o acúmulo de água, importante para o controle do mosquito Aedes aëgypti.

Nas regiões onde têm aparecido estes animais, além da limpeza do ambiente, é recomendado fechar as soleiras das portas, cuidar com as frestas nas paredes e manter os ralos vedados. Ao deitar, a recomendação é para que a pessoa inspecione a cama, os lençóis e travesseiros. E também, verificar as roupas e sapatos antes de utilizá-los, pois os escorpiões têm o hábito de ficar escondidos.


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