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Resgate Social e Conselho Tutelar orientam índios na cidade

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resgate socialProfissionais do Resgate Social, Conselho Tutelar e Guarda Municipal realizaram, no último sábado (10), uma ação conjunta de orientação aos índios em Balneário Camboriú. Em uma reunião na Secretaria de Desenvolvimento e Inclusão Social, instruídos pelo subprocurador geral do município, Bruno Campagnolo, as equipes traçaram um roteiro com pontos de permanência frequente de índios para realizar um trabalho de conscientização.

O diretor do Resgate Social, Paulo Roberto de Souza, e a presidente do Conselho Tutelar, Lurdes de Oliveira, trabalharam juntos para encaminhar as famílias indígenas à Praça Higino Pio, onde no momento, existe um espaço determinado para comercializarem seus artesanatos, enquanto as estruturas da Praça da Bíblia não ficam prontas, local onde terão acesso a uma infraestrutura com fornecimento de água e energia elétrica. As instruções repassadas também orientaram sobre o espaço que a comunidade tem próximo a Santur para moradia.

O roteiro partiu da Avenida Brasil, esquina com a rua 701, seguindo para a frente do Shopping Atlântico, do Bradesco, do Mini Preço e na esquina com a rua 1.300. Também passaram pela Avenida Central, em frente ao Cafehaus Glória, e em frente à galeria chinesa. Em todas as abordagens as famílias concordaram em se dirigir para a praça, porém, apenas uma foi. As demais disseram que iriam voltar para suas cidades, dentre elas, Tijucas.

“Nós precisamos conscientizar a população de que a secretaria está na linha de frente, mas nosso trabalho é apenas de orientação. Temos um mapeamento dos locais onde os índios ficam e não é a primeira vez que fazemos esta intervenção. Deveríamos ter isso como rotina até porque agora com o início da temporada essa situação só tende a aumentar”, comenta o diretor, lembrando que toda a ação só é realizada dentro da lei. “A população deve entender que nosso papel é oferecer condições para que eles possam vender suas peças e morar com dignidade na cidade, mas com a resistência que encontramos e com a limitação da lei, não podemos fazer mais do que isso”, esclarece.

Lurdes de Oliveira explica que a situação é mais séria por envolver crianças e o Conselho Tutelar não poder atuar perante o problema. “Nós orientamos às famílias das condições à que elas ficam expostas e da existência de lugares adequados para permanecerem. Estamos de mãos atadas, porque como este povo tem a sua própria lei, trabalhamos até onde a lei nos permite”, explica. Famílias com adolescentes, crianças de colo e grávidas foram abordados e todos os nomes foram registrados.

De acordo com Paulo Roberto de Souza, nesta segunda-feira (12), o subprocurador geral do município estará encaminhando um documento ao Ministério Público Federal, descrevendo as condições à que o povo indígena está na cidade. “Um acordo foi feito com as tribos na Funai (Fundação Nacional do Índio), em São José, para não virem com crianças na cidade e se possível, permanecerem na Santur. Mesmo com uma legislação diferente da nossa, essas famílias recebem uma cesta básica e salário da instituição para seu sustento. Não há necessidade de dormirem em plena calçada para garantirem seu comércio, sendo que oferecemos um lugar para isso”, comenta.


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