Cerca de 170 pessoas participam da 5ª Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa

Durante todo o dia houve palestras e mesas de debates sobre eixos voltados para os 60+.

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Divulgação

Iniciou na manhã desta sexta-feira, 22.mar.2019, a 5ª Conferência dos Direitos da Pessoa Idosa, organizada pela Prefeitura de Balneário Camboriú, em parceria com o Conselho Municipal do Idoso, o SESC e a Prefeitura de Camboriú. Cerca de 170 pessoas participam durante todo o dia das palestras e mesas de debates sobre eixos voltados para os 60+.

Na fala de abertura o prefeito Fabrício Oliveira exaltou a parceria com Camboriú para discutir políticas públicas para a pessoa idosa. “As duas cidades são praticamente irmãs, por isso caminhamos juntos em muitos temas. Devemos nos reunir e aproximar para discutir sobre o melhor para a sociedade”, pontuou ele.

Com a palestra de abertura, o secretário Rosan da Rocha, trouxe o tema “Os desafios de envelhecer no século XXI e o papel das políticas públicas”. O primeiro dado citado foi de que em 2027, haverá 40 milhões de idosos no Brasil. Rosan alegou que as políticas devem ser permeadas pelo Estatuto do Idoso. “Temos que montar um calendário de direitos de políticas públicas, buscando estratégias para reinserir o idoso no mercado de trabalho. Hoje contamos com oficinas da Secretaria da Pessoa Idosa de Balneário Camboriú, que capacita os 60+ a voltarem a frequentar uma faculdade e se inspirarem a viver”, disse o secretário.

“A autonomia deve ser o mantra do idoso no século XXI”, afirmou Rosan. É fundamental que a sociedade participe das discussões das Conferências buscando as melhorias de Políticas Públicas para o Idoso.

Fechando a manhã, o Cônsul do Japão, Hajime Kimura, trouxe uma perspectiva das políticas públicas do Japão. O país tem a maior expectativa de vida do mundo, com 84.2 anos e, conforme o cônsul, pode chegar até 2027 em 135 anos. “Fizemos políticas voltadas para a Sociedade Envelhecida. Reformando a visão do papel do idoso na sociedade. Pelo alto envelhecimento da nossa população, devemos buscar alternativas para o giro da economia”, disse Hajime.

Ainda não se sabe o que causou o surgimento desses organismos, que não são nativos das praias da região.

Posted by Click Camboriú on Friday, March 22, 2019

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