Número de pessoas em situação de rua diminuiu 40% em Balneário Camboriú

Hoje, a cidade está com 32 moradores de rua e 52 em situação de rua

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(Arthur Miranda / Divulgação)

Pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade social, em Balneário Camboriú, são atendidas pelo Resgate Social, programa da Prefeitura, que além de prestar auxílio e assistência, busca dar novas oportunidades aos cidadãos que, independente do motivo, acabaram indo para as ruas. No mês de abril, o número de pessoas em situação de rua na cidade diminuiu 40% com relação ao mês anterior. Hoje, a cidade está com 32 moradores de rua e 52 em situação de rua.

Os moradores de rua são aqueles que vivem nas ruas há mais de um ano por escolha própria e que perderam todo o vínculo familiar. As pessoas em situação de rua são aquelas que ficaram sem residência em razão de desemprego, corte de vínculo familiar, e/ou dependência química, estando há menos de um ano nas ruas, e também aquelas que viajam de cidade em cidade, sem rumo definido, que ficam no município por poucos dias.

Um dos motivos dessa redução é o fim da temporada de verão, quando mais pessoas vem para Balneário Camboriú. A maioria delas são pessoas que costumam passar de cidade em cidade. Além disso, o Resgate Social intensificou as abordagens na madrugada, auxiliando essas pessoas a retornarem para suas cidades de origem ou prestando o apoio necessário” contou o diretor do Resgate Social, Eder Clemente. Segundo ele, o número de moradores de rua se manteve estável.

Em abril, o Resgate Social atendeu 186 pessoas, registrando uma redução de 32% em relação a março. Também foi o mês de abril com o menor número de atendimentos desde 2014. Das 186 pessoas que receberam auxílio do departamento, 90% foram homens. Quando questionados sobre a razão de terem vindo a Balneário Camboriú, 39% relatou ter vindo em busca de emprego, 26% são os chamados trecheiros (pessoas que andam de cidade em cidade sem destino definido), 22% são moradores do município e cidades da região e 56% relataram serem dependentes químicos, sendo o álcool o mais citado (22%). A maioria veio da região Sul (34% de Santa Catarina, 22% do Paraná e 18% do Rio Grande do Sul).

A criação de uma equipe extra na parte da manhã otimizou o número nas abordagens. “A abordagem matutina é de primordial importância tanto na identificação da pessoa em situação de rua, como no posterior auxílio. Também orientamos todos aqueles que acabaram de chegar a não dormir nas vias públicas e similares e estamos oferecendo o nosso serviço. Essa abordagem ajudou a diminuir o número de pessoas nas ruas de nossa cidade”, comentou o secretário de Desenvolvimento e Inclusão Social, Luiz Maraschin.

A Casa de Passagem do Migrante no mês de abril, atendeu 166 pessoas, que resultaram em 201 encaminhamentos. Além disso, 73 passagens rodoviárias foram concedidas. O Resgate Social atua em parceria com a Assistência Social, ambos da Secretaria de Desenvolvimento e Inclusão Social.

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