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Morador de rua morre após ser recolhido pelo Resgate Social, em Balneário Camboriú

O homem foi encontrado com ferimentos e hematomas pela equipe do Resgate Social e morreu um dia depois

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resgate social
Imagem ilustrativa

Um morador de rua que estava sendo atendido na Casa de Passagem, em Balneário Camboriú, morreu na noite desta terça-feira. Trata-se de Luis Rogério Ricalde da Silva, de 33 anos, natural de Porto Alegre.

Na tarde de segunda-feira (10), o homem foi encontrado com ferimentos e hematomas pela equipe do Resgate Social, que o encaminhou ao Hospital Ruth Cardoso, onde foi consultado e medicado. Ainda em observação, Luis acabou fugindo do hospital.

O andarilho foi novamente encontrado na tarde desta terça-feira (11) pela equipe do Resgate Social por volta das 16h30min, e foi levado para a casa de passagem. Alimentado, de banho tomado, com roupas limpas, ele descansou. E não acordou mais. Por volta das 19h, o óbito foi confirmado pelo Samu, que não soube atestar a causa da morte.

O Secretário de Desenvolvimento e Inclusão Social, Luiz Maraschin, com o auxílio do Instituto Médico Legal (IML), entrou em contato com a família da vítima, que vive em Porto Alegre, para informar o ocorrido.

Os familiares informaram que Luís era dependente químico e já foi internado várias vezes em clínicas de reabilitação. Informaram também que dois de seus irmãos moram em Balneário Camboriú, e que eles devem reconhecer o corpo.

“Na segunda feira fizemos o atendimento ao Luis Rogério. Ele estava extremamente alcoolizado, usando 5 camisas (todas encharcadas) e uma bermuda igualmente encharcada, e as fezes escorriam pelas pernas abaixo. Como o SAMU não podia fazer o atendimento, nós pegamos o Sr. Luis Rogério e o encaminhamos à Casa de Passagem do Migrante, onde eu e o Agente Social Dão Koeddermann o banhamos, pois o mesmo não conseguia ficar em pé. Após o banho, recebeu roupas limpas e alimentação, mas devido a debilitação em função do alcoolismo, o Sr. Luis Rogerio pouco conseguia se alimentar, sendo conduzido ao Hospital Ruth Cardoso. Atendemos o Sr.Luis há cerca de 4 meses, e tentamos interná-lo, mas ele sempre evadia durante o pré-tratamento. É mais um triste exemplo do alcoolismo”, realatou o Agente Social Peterson Boll.


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