Gestão da Secretaria de Saúde de Camboriú é alvo de críticas de vereadora

Jane citou falta de medicamentos e exames, assim como problema em cirurgia

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Na sessão desta terça-feira, dia 28, a vereadora Jane Stefenn (PSDB) utilizou seu espaço na tribuna para falar sobre problemas na área de saúde em Camboriú. Ela citou três casos que considera exemplos da má gestão da Secretaria. “Eu volto a falar sobre isso porque a população clama diariamente por um atendimento digno na Saúde e não está tendo”, explicou Jane.

Um dos casos relatados é de uma moradora que tinha uma cirurgia de retirada de amídalas marcada para segunda-feira no hospital de Camboriú. Ela chegou para fazer o procedimento e recebeu a notícia de que o médico não estava e que a instituição estava há dias sem contato com ele. “A informação do cancelamento deveria ter sido ao menos repassada com antecedência para esta moradora! E ela estava esperando há dois anos pela cirurgia”, destacou a vereadora. Além disso, a moradora tomou medicamentos para se preparar para a cirurgia, que pagou porque não estavam disponíveis rede pública.

Sobre o acesso aos medicamentos, Jane lembrou que esta é uma cobrança que ela faz constantemente. “Gostaria de saber qual é o problema que a Secretaria tem com esta questão dos medicamentos. Espera terminar para comprar de novo? Compra pouco? Não tem recurso nem para remédio?”, questionou em tribuna. “Para mim, é problema de gestão”, disparou. Outra moradora entrou em contato para dizer que está há mais de duas semanas sem conseguir na Secretaria os remédios para o coração que precisa tomar duas vezes por dia.

Outro caso mostra a dificuldade de acesso a certos exames. Uma mãe está há um ano tentando conseguir uma tomografia para o filho, que teve de ser afastado da creche por causa dos problemas de saúde. “Agora, conseguiram marcar o exame em Florianópolis com convênios, mas ela está tendo que pedir ajuda das pessoas para pagar! E ter acesso ao exame é um direito que ela tem!”, lembrou a vereadora.

Muito indignada, ela disse que se fosse em período eleitoral, duvida que esta criança ficasse sem tomografia. “É muito triste falar isso, mas é o que acontece. Não fica sem medicamento, sem exame de alto custo. Incrível que o que é negado em quatro anos flui em período eleitoral. Mas isso tem que mudar e nós todos precisamos lutar para que mude”, concluiu a vereadora.

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