Vídeos inéditos mostram o início da “guerra civil” no carnaval de BC

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No vídeo acima, o momento em que a Guarda Municipal surge na Praça Tamandaré para apartar uma briga.

Mesmo após os grupos terem se dispersado, uma das garotas envolvidas na briga, que aparece no vídeo vestindo vermelho, quis seguir atrás de sua rival. Ela desfere várias ofensas, enquanto um amigo tenta contê-la. Em seguida, aparece a Guarda Municipal com escudos e bastões. Na tentativa de dispersar a multidão, muitos se revoltaram com a violência empregada pelos guardas, desencadeando um cenário de guerra civil. De um lado, os guardas ficam acuados. Do outro, trombadinhas cheios de ódio arremessam garrafas.

O ASSUNTO DA SEMANA

Não tenho como falar de outro assunto se não o principal desta semana, que foi notícia, repercutiu negativamente e foi motivo de debate entre a população: o cenário de guerra civil no carnaval de Balneário Camboriú.

A TRANQUILIDADE

Comentei no jornal Panorama 103 da Rádio 103.3 FM na segunda-feira que o carnaval em Balneário Camboriú estava sendo tranquilo, afinal, já tinha passado sexta, sábado, domingo, já era o quarto dia, e a polícia não tinha nenhuma ocorrência relevante relacionada as festividades. De fato estava tudo muito tranquilo. Mas ainda era cedo pra falar… O pior estava por vir.

VULNERABILIDADE

Nenhuma ocorrência policial relevante havia sido registrada por pura sorte, e não pelo fato do nosso município ter um esquema de segurança pública eficiente, pois o que estava por acontecer mostrou que não havia.

GUERRA CIVIL

Uma das garotas envolvidas na briga que desencadeou toda a confusão, sendo contida por um amigo.
Uma das garotas envolvidas na briga que desencadeou toda a confusão, sendo contida por um amigo.

Para a Praça Tamandaré parecer o cenário de uma guerra civil não precisou de muito. Por incrível que pareça, precisou apenas que duas garotas se estranhassem. Parece piada, mas a onda de violência foi desencadeada após duas garotas brigarem na Praça Tamandaré e reunir diversos espectadores. O despreparo da Guarda Municipal, que interveio e não soube apartar aquela pequena briga, foi a válvula de escape para a confusão se tornar generalizada. Segundo relatos, os guardas chegaram batendo e jogando bombas de efeito moral e gás de pimenta. Sobrou até para quem não tinha nada a ver com a história. As garrafas de vidro teriam se tornado armas após os guardas agirem com truculência, uma reação de indignação da turma, que já não era flor que se cheire, que estava lá presente.

CÂMERAS

GUARDA

Sobre as câmeras de segurança não terem gravado as imagens, há duas hipóteses. A primeira, segundo informado, houve uma falha técnica que impossibilitou a armazenagem das imagens. Como é que no auge do movimento, quando a cidade mais precisa, permitem que uma falha dessas aconteça? Isso é piada pronta! A segunda, que é só minha opinião pessoal, porque é inadmissível aceitar que o equipamento não estava funcionando, é medo de trazer à tona o que as imagens podem ter gravado, que é sobre o despreparo e a truculência dos guardas, conforme acusado por muitas testemunhas.

JUNTANDO A FOME COM A VONTADE DE COMER

Um dos marginais arremessando uma garrafa contra os Guardas Municipais.
Um dos marginais arremessando uma garrafa contra os Guardas Municipais.

Depois do cenário de guerra montado, a turma que arremessou garrafas de vidro contra os guardas teve que se evadir antes que viesse o reforço. Com o sentimento de marginal aflorado, juntou a fome com a vontade de comer. Aproveitaram para sair quebrando tudo, e até para cometer furtos. Sem um esquema de segurança pública eficiente, sem imagens de câmeras de monitoramento e uma guarda despreparada, demonstra quão vulnerável é este município que é considerado a capital catarinense do turismo.


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